Mutirão Meu Bairro Limpo orienta população sobre descarte correto
- porRedação
- 28 de Janeiro / 2026
- Leitura: em 6 segundos

| Créditos: Foto: Arquivo SES
Manter quintais, calçadas e terrenos livres de materiais que acumulam água é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com esse foco preventivo, a Prefeitura de Campo Grande segue com o mutirão Meu Bairro Limpo, que percorre todas as regiões da Capital com ações educativas e pontos específicos para o descarte de materiais inservíveis.
A iniciativa se antecipa ao aumento esperado de notificações de arboviroses durante o período chuvoso e vai além da simples retirada de resíduos. O objetivo é conscientizar a população sobre quais materiais podem ou não ser descartados nos pontos de transbordo, garantindo organização, segurança ambiental e a destinação correta do lixo.
Durante o mutirão, equipes da Gerência de Controle de Endemias Vetoriais (GCEV) visitam as residências para orientar os moradores sobre a identificação de possíveis criadouros do mosquito e esclarecer as formas adequadas de descarte. “O combate ao mosquito começa dentro de casa. Quando o morador entende quais materiais representam risco e como descartá-los corretamente, ele se torna parte ativa da prevenção”, destaca a superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo.
O que pode ser descartado
Nos pontos do Meu Bairro Limpo, a população pode levar materiais que, quando descartados de forma inadequada, favorecem o acúmulo de água, como pneus, garrafas PET e outras embalagens plásticas, vidros, latas de alumínio e aço, marmitas de polipropileno, papel e papelão não contaminados, sacolas e filmes plásticos, além de pequenos objetos domésticos sem grande volume.
O que não é aceito
Para garantir o funcionamento adequado do mutirão, não são recolhidos materiais volumosos, como móveis, eletrodomésticos, sofás, colchões e armários, nem eletroeletrônicos em geral. Também não são aceitos resíduos verdes, como galhadas e podas de árvores, entulho de construção civil, resíduos perigosos — a exemplo de pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, óleo lubrificante e tintas —, além de pneus de grande porte, de uso industrial ou agrícola.
Segundo o gerente de Controle de Endemias Vetoriais, Rubens Bitancourt, seguir essas orientações é fundamental para o sucesso da ação. “O mutirão foi planejado para um tipo específico de resíduo. Quando o morador respeita as orientações, o serviço flui melhor e todo o material recolhido recebe a destinação ambientalmente adequada”, explica.
Prevenção contínua
O Meu Bairro Limpo segue avançando por todas as regiões de Campo Grande como uma ação contínua e preventiva, unindo limpeza urbana, educação em saúde e participação comunitária. A campanha reforça que pequenas atitudes, como separar corretamente os resíduos e respeitar as orientações de descarte, fazem grande diferença na prevenção das arboviroses e na promoção da qualidade de vida da população
Manter quintais, calçadas e terrenos livres de materiais que acumulam água é uma das principais estratégias para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Com esse foco preventivo, a Prefeitura de Campo Grande segue com o mutirão Meu Bairro Limpo, que percorre todas as regiões da Capital com ações educativas e pontos específicos para o descarte de materiais inservíveis.
A iniciativa se antecipa ao aumento esperado de notificações de arboviroses durante o período chuvoso e vai além da simples retirada de resíduos. O objetivo é conscientizar a população sobre quais materiais podem ou não ser descartados nos pontos de transbordo, garantindo organização, segurança ambiental e a destinação correta do lixo.
Durante o mutirão, equipes da Gerência de Controle de Endemias Vetoriais (GCEV) visitam as residências para orientar os moradores sobre a identificação de possíveis criadouros do mosquito e esclarecer as formas adequadas de descarte. “O combate ao mosquito começa dentro de casa. Quando o morador entende quais materiais representam risco e como descartá-los corretamente, ele se torna parte ativa da prevenção”, destaca a superintendente de Vigilância em Saúde, Veruska Lahdo.
O que pode ser descartado
Nos pontos do Meu Bairro Limpo, a população pode levar materiais que, quando descartados de forma inadequada, favorecem o acúmulo de água, como pneus, garrafas PET e outras embalagens plásticas, vidros, latas de alumínio e aço, marmitas de polipropileno, papel e papelão não contaminados, sacolas e filmes plásticos, além de pequenos objetos domésticos sem grande volume.
O que não é aceito
Para garantir o funcionamento adequado do mutirão, não são recolhidos materiais volumosos, como móveis, eletrodomésticos, sofás, colchões e armários, nem eletroeletrônicos em geral. Também não são aceitos resíduos verdes, como galhadas e podas de árvores, entulho de construção civil, resíduos perigosos — a exemplo de pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes, óleo lubrificante e tintas —, além de pneus de grande porte, de uso industrial ou agrícola.
Segundo o gerente de Controle de Endemias Vetoriais, Rubens Bitancourt, seguir essas orientações é fundamental para o sucesso da ação. “O mutirão foi planejado para um tipo específico de resíduo. Quando o morador respeita as orientações, o serviço flui melhor e todo o material recolhido recebe a destinação ambientalmente adequada”, explica.
Prevenção contínua
O Meu Bairro Limpo segue avançando por todas as regiões de Campo Grande como uma ação contínua e preventiva, unindo limpeza urbana, educação em saúde e participação comunitária. A campanha reforça que pequenas atitudes, como separar corretamente os resíduos e respeitar as orientações de descarte, fazem grande diferença na prevenção das arboviroses e na promoção da qualidade de vida da população.






