Mato Grosso do Sul lidera ranking nacional de menor desemprego de longo prazo

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O resultado coloca Mato Grosso do Sul à frente de outros estados com bom desempenho, como Piauí, que apresentou taxa de 7,4%, e Pará, com 9,1%. O levantamento foi elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na outra extremidade do ranking estão os estados com maiores dificuldades de reinserção profissional. Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro aparecem empatados, com 32,1% das pessoas desocupadas há mais de dois anos, indicando um cenário mais crítico no mercado de trabalho local.

O indicador de Desocupação de Longo Prazo integra o pilar Capital Humano do ranking e mede a proporção de pessoas que permanecem sem emprego por dois anos ou mais em relação ao total de desempregados. Quanto menor o índice, maior a capacidade do estado em recolocar trabalhadores e reduzir os impactos sociais do desemprego prolongado.

Para especialistas, taxas elevadas nesse indicador acendem um alerta, pois revelam dificuldades estruturais de geração de emprego e impactos diretos no desenvolvimento econômico e social.

O governador Eduardo Riedel destacou o desempenho de Mato Grosso do Sul em publicação nas redes sociais. Segundo ele, o resultado reflete um mercado de trabalho mais dinâmico, aliado a políticas públicas eficazes de emprego e a um ambiente favorável à criação de novas oportunidades. “Quanto menor o índice, melhor, porque significa que mais pessoas estão conseguindo retornar ao mercado de trabalho”, ressaltou.
 

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