Líder de facção é executado com 14 tiros na Vila Nhanhá

| Créditos: Reprodução/Campo Grande News

Elpídio da Silva Santos, de 36 anos, conhecido como "Dinho", foi morto a tiros em Campo Grande, no último domingo (2). Ele era apontado como "disciplina" da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e suspeito de envolvimento no chamado "tribunal do crime", um tipo de julgamento paralelo realizado por criminosos.

Dinho, que também era considerado chefe do tráfico na Vila Nhanhá, uma das regiões mais críticas da cidade, tinha um extenso histórico criminal, incluindo homicídio. Em 2018, foi alvo de uma investigação do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), sendo denunciado por organização criminosa e tráfico de drogas.

A investigação do Gaeco revelou a função de cada membro da quadrilha, todos moradores da Vila Nhanhá, que buscavam dominar a região. Dinho, como "disciplina", era responsável por garantir que os membros da facção cumprissem suas obrigações.

A morte de Dinho é mais um capítulo na guerra pelo controle do tráfico de drogas na região. O caso expõe a atuação do PCC e a violência ligada ao crime organizado em Campo Grande.

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