Justiça nega pedido de reintegração e mulher vítima de violência segue sem emprego em Campo Grande
- porRedação
- 25 de Abril / 2026
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| Créditos: Arquivo pessoal
A Justiça negou o pedido liminar de uma mulher que buscava retornar ao cargo comissionado na Câmara Municipal de Campo Grande após ser demitida. A decisão considerou que não há urgência comprovada para concessão imediata da medida.
Segundo o processo, a mulher afirma ter sido exonerada após o fim de um relacionamento com um agente público, apontando possível motivação pessoal na demissão. Ela também relata problemas de saúde e situação de vulnerabilidade, permanecendo atualmente sem trabalho e sem assistência.
Na decisão, a magistrada destacou que cargos comissionados são de livre nomeação e exoneração, não exigindo justificativa formal para desligamento. Além disso, entendeu que não ficou demonstrado, de forma imediata, o direito líquido e certo necessário para concessão da liminar.
O caso ocorre após denúncia de violência doméstica envolvendo o ex-servidor, que já havia sido alvo de medida protetiva e deixou função pública após a repercussão do episódio.
Agora, o processo segue em tramitação, com prazo para manifestação das partes antes de nova análise judicial.






