Justiça nega habeas corpus e mantém prisão preventiva de investigado por integrar cúpula de jogos ilegais em MS

| Créditos: Foto: Arquivo/ 4oito


O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) negou pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do advogado Rhiad Abdulahad, investigado por suposta participação na cúpula de uma organização ligada à exploração do jogo do bicho no Estado.

A decisão foi proferida por desembargadores da Corte estadual, que entenderam existir fundamentos para a manutenção da prisão preventiva. De acordo com as investigações, Rhiad Abdulahad é apontado como um dos integrantes de destaque do grupo alvo da operação, que apura crimes relacionados à contravenção penal e possíveis práticas de organização criminosa.

A defesa sustentou que não haveria motivos suficientes para a continuidade da prisão e solicitou a aplicação de medidas cautelares alternativas. Entretanto, o colegiado concluiu que a custódia cautelar continua necessária para assegurar a ordem pública, o andamento das investigações e a preservação de provas.

Ao analisar o caso, os magistrados consideraram que os elementos reunidos até o momento indicam uma suposta atuação relevante de Rhiad Abdulahad na estrutura investigada. Por esse motivo, o Tribunal não identificou ilegalidade capaz de justificar a concessão do habeas corpus.

Com a decisão, o advogado permanecerá preso preventivamente enquanto as investigações e os procedimentos judiciais relacionados ao caso seguem em tramitação. O mérito da ação ainda será apreciado pela Justiça, observando-se os princípios do contraditório e da ampla defesa.

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