Justiça nega devolução de R$ 79 mil apreendidos pelo Gaeco após falta de comprovação de origem lícita

| Créditos: Reprodução/Edição MS


A Justiça negou o pedido para devolução de R$ 79 mil apreendidos durante operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), envolvendo o prefeito de Ivinhema, Juliano Ferro (PL), após considerar não comprovada a origem lícita do valor.

O montante foi recolhido no âmbito de investigação que apura possíveis irregularidades. Na decisão, o juiz entendeu que a defesa não apresentou documentos suficientes para demonstrar a procedência legal do dinheiro, mantendo a retenção dos recursos.

Segundo o Ministério Público Estadual, há indícios de que a quantia possa ter origem ilícita, o que reforçou o entendimento pela não devolução neste momento.

O caso segue em investigação, e eventual liberação do valor dependerá da comprovação de sua legalidade no decorrer do processo judicial.

*Matéria alterada para acréscimo de informações

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