Justiça mantém prisão de Rudi Fiorese em investigação sobre fraudes no tapa-buraco

| Créditos: Divulgação


A Justiça negou o pedido de liberdade do ex-secretário municipal de Obras e ex-diretor-presidente da Agesul, Rudi Fiorese, preso durante a Operação “Buraco sem Fim”, que apura supostas fraudes em contratos de tapa-buraco em Campo Grande. A decisão mantém a prisão preventiva do investigado, detido desde a última semana junto de outros alvos da investigação.

Segundo as investigações, o esquema envolveria manipulação de medições e pagamentos por serviços que não teriam sido executados integralmente. O Ministério Público aponta suspeitas de desvio de recursos públicos em contratos firmados entre 2018 e 2025, que ultrapassam R$ 113 milhões.

Durante o cumprimento dos mandados, investigadores apreenderam dinheiro em espécie nas residências dos investigados. Na casa de Rudi Fiorese, foram encontrados cerca de R$ 186 mil.

As defesas dos envolvidos alegam falta de acesso integral ao inquérito e afirmam que irão recorrer da decisão judicial por meio de novos pedidos de liberdade e habeas corpus

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