Justiça mantém parte do grupo Razuk presa em ação sobre jogo ilegal e lavagem de dinheiro

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A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu manter a prisão preventiva de integrantes da família Razuk, investigados por suposto envolvimento em um esquema de corrupção, exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro. A decisão judicial negou os pedidos de liberdade protocolados pelas defesas, fundamentando a necessidade de manutenção da custódia para garantir a ordem pública e o prosseguimento das investigações.

O grupo, liderado por figuras conhecidas da política regional, é apontado pelo Ministério Público como o centro de uma organização criminosa que atuaria na exploração do "jogo do bicho" e em manobras financeiras para ocultar a origem ilícita de recursos. De acordo com os autos, as provas colhidas até o momento indicam uma estrutura hierarquizada e o uso de influência política para facilitar as atividades do grupo.

As defesas dos acusados vêm alegando a ausência de requisitos para a prisão preventiva e a falta de provas concretas que liguem diretamente seus clientes aos crimes citados. Contudo, o magistrado responsável pelo caso destacou que a gravidade das condutas e o risco de interferência no processo justificam a permanência dos investigados no sistema prisional ou em regime monitorado, dependendo da situação específica de cada réu.

O processo segue em fase de instrução, e o confisco de bens da família também foi solicitado pelas autoridades para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos em caso de condenação definitiva.

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