Jacarés do Bioparque Pantanal passam por exames de rotina e reforçam protocolo de bem-estar animal
- porRedação
- 13 de Fevereiro / 2026
- Leitura: em 8 segundos

| Créditos: Divulgação/PMCG
Nem só de sol, sombra e água fresca vivem os jacarés do Bioparque Pantanal. A equipe técnica do maior aquário de água doce do mundo realizou mais um protocolo semestral de exames preventivos nos 10 jacarés-do-pantanal (Caiman yacare) que vivem no complexo, em Campo Grande.
Os procedimentos fazem parte das práticas contínuas de monitoramento da saúde e bem-estar dos animais. Durante o manejo, os jacarés passaram por biometria — com pesagem e medição corporal —, exames de ultrassonografia e coleta de sangue para análises laboratoriais. O acompanhamento detalhado permite avaliar o desenvolvimento físico, as condições clínicas e o estado geral de cada indivíduo ao longo do tempo.
A ação foi conduzida por uma equipe multidisciplinar formada por mergulhadores, biólogos, médicos veterinários e zootecnistas, seguindo protocolos técnicos rigorosos e normas de segurança. Os exames ocorreram em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e com a empresa Caimasul, fortalecendo a integração entre ciência, conservação e manejo de fauna.
A diretora-geral do Bioparque Pantanal, Maria Fernanda Balestieri, destacou que o acompanhamento periódico é fundamental para assegurar a qualidade de vida dos animais.
“No Bioparque Pantanal, prezamos pela saúde e pelo bem-estar de cada animal. Para isso, seguimos protocolos e rotinas bem estabelecidas, que incluem biometria individual, análises clínicas, laboratoriais, nutricionais e exames por imagem. Todo esse trabalho é realizado por uma equipe técnica altamente qualificada e fortalecido por parcerias importantes, que somam conhecimento, tecnologia e excelência ao cuidado com a nossa fauna”, afirmou.
A bióloga-chefe Carla Kovalski reforçou que os procedimentos são essenciais para acompanhar tanto o crescimento quanto a manutenção da saúde dos jacarés ao longo do tempo. Já o médico veterinário e professor da UFMS, Diogo Helney Freire, ressaltou que a universidade contribui com suporte técnico na realização e interpretação dos exames de imagem e nas análises sanguíneas, garantindo acompanhamento sanitário adequado.
Após a conclusão dos exames, todos os jacarés retornaram aos seus tanques de origem e já podem ser observados normalmente pelos visitantes. A iniciativa reforça o compromisso do Bioparque Pantanal com a transparência, a pesquisa científica e a conservação da biodiversidade.
Foto: Eduardo Coutinho






