Investigador do Garras é afastado após ter prisão convertida em preventiva

| Créditos: Foto: Reprodução/Campo Grande News


O investigador Augusto Torres Galvão Florindo, integrante da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), foi compulsoriamente desligado de suas atividades. O afastamento ocorre após ele ter sido detido pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de receber propina, crime que ele teria admitido em depoimento.

A decisão foi formalizada e publicada no Diário Oficial do Estado, retroativa à data da prisão de Florindo, em 28 de novembro, quando o flagrante foi convertido em prisão preventiva pela Justiça.

A Corregedoria da Polícia Civil determinou que o afastamento vigorará pelo tempo que durar a detenção. Como medida imediata, foram requisitados a devolução da arma, da carteira funcional e de outros bens públicos em posse do policial, além da suspensão de senhas e acessos a bancos de dados institucionais, como o SIGO e o INFOSEG. A investigação será tratada como objeto de ação disciplinar interna.

Durante o interrogatório, Florindo teria falado sobre o desvio de contrabando e a ocorrência de roubos de mercadorias contrabandeadas no estado, citando que ele "achou que era roubo" ao abordar um contrabandista.

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