Risco de retorno do sarampo coloca Campo Grande em alerta após anos sem registros da doença
- porRedação
- 03 de Agosto / 2026
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| Créditos: Foto: Ministério da Saúde
Campo Grande voltou a ser incluída entre as cidades que precisam reforçar a vigilância contra o sarampo, diante do risco de reintrodução do vírus após um longo período sem registros da doença. A preocupação aumenta com a circulação de casos em outras regiões e a possibilidade de entrada por meio de pessoas infectadas vindas de áreas com transmissão ativa.
A capital sul-mato-grossense não registra casos confirmados de sarampo há cerca de seis anos, mas autoridades de saúde alertam que a queda nas coberturas vacinais pode favorecer o surgimento de novos episódios. A doença é altamente contagiosa e pode se espalhar rapidamente entre pessoas sem imunização.
A recomendação é que a população mantenha a vacinação em dia, especialmente crianças, adolescentes e adultos que ainda não completaram o esquema previsto pelo calendário nacional. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, continua sendo a principal forma de prevenção.
O cenário nacional também exige atenção: o Ministério da Saúde vem adotando medidas de reforço vacinal em locais com maior risco de transmissão após registros relacionados à importação do vírus.
Em Mato Grosso do Sul, a orientação é que pessoas com sintomas suspeitos procurem atendimento médico e evitem contato com outras pessoas até avaliação profissional. A vigilância epidemiológica segue acompanhando o cenário para evitar a retomada da circulação da doença.






