Governo endurece regras para importação de mudas de costela-de-adão para evitar entrada de pragas

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O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou novas exigências para a importação de mudas in vitro de plantas do gênero Monstera, conhecidas popularmente como costela-de-adão. A medida busca reforçar o controle fitossanitário e impedir a entrada de pragas que possam comprometer a agricultura, o meio ambiente e a produção nacional de plantas ornamentais.

Pelas novas regras, todas as mudas importadas deverão estar acompanhadas de Certificado Fitossanitário emitido pela autoridade competente do país de origem. Ao chegarem ao Brasil, as cargas poderão passar por inspeção e coleta de amostras para análises em laboratórios oficiais ou credenciados pelo governo.

Caso sejam identificadas pragas consideradas quarentenárias ou de risco para o país, o material poderá ser destruído ou devolvido ao exterior. Além disso, o governo poderá suspender temporariamente as importações desse tipo de muda até que seja realizada uma nova avaliação de risco.

As normas se aplicam às mudas produzidas em laboratório, independentemente do país de origem. Os custos relacionados às análises fitossanitárias e ao envio das amostras ficarão sob responsabilidade do importador. A iniciativa acompanha o aumento da procura por variedades ornamentais da costela-de-adão, especialmente entre colecionadores, floriculturas e produtores especializados

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