GAECO detalha funções de 20 presos na 4ª Fase da Operação Successione, que mira disputa do Jogo do Bicho

| Créditos: Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado


O Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), forneceu detalhes sobre a participação individual dos 20 indivíduos presos na 4ª fase da Operação Successione, deflagrada na manhã de terça-feira, 25 de novembro.

A investigação, que está em curso, revelou a atuação de uma organização criminosa armada e violenta. O grupo é suspeito de se dedicar à exploração de jogos ilegais, corrupção e outros delitos correlatos, incluindo roubos com emprego de arma de fogo. O objetivo da organização seria estabelecer o monopólio do jogo do bicho na Capital, preenchendo o vácuo deixado após a Operação Omertá.

👥 Prisões e Divisão de Tarefas

A 4ª fase da Successione cumpriu 20 mandados de prisão preventiva e 27 de busca e apreensão. Os alvos foram identificados em diversos municípios de Mato Grosso do Sul (Campo Grande, Corumbá, Dourados, Maracaju e Ponta Porã), além de outros estados (Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul).

As investigações possibilitaram a identificação de 20 novos integrantes da organização criminosa, incluindo líderes que atuavam para consolidar o domínio do jogo ilegal em MS.

O detalhamento do GAECO especificou o papel desempenhado por cada um dos 20 presos no esquema, indicando uma estrutura hierárquica e divisão de tarefas bem definidas no grupo.

A operação contou com o apoio operacional de GAECOs de Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, e de unidades da Polícia Militar de MS.

O nome da operação, "Successione" (sucessão em italiano), faz alusão à disputa pelo controle do jogo do bicho em Campo Grande após a Operação Omertá.

Este vídeo do GAECO MPSP demonstra a atuação do grupo em operações contra o crime organizado, o que está relacionado ao contexto da Operação Successione em MS.

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