Flávio Bolsonaro indica que vice pode sair da Federação União Progressista
- porRedação
- 30 de Janeiro / 2026
- Leitura: em 7 segundos

Flávio usou as redes sociais para criticar prisão do pai | Créditos: Reprodução/ YouTube
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, sinalizou que o nome para a vice-presidência em sua chapa deve vir da Federação União Progressista. A declaração foi feita durante entrevista à CNN, na qual o parlamentar destacou a força política e a capilaridade nacional da federação.
Segundo Flávio, a escolha se justifica pela presença consolidada do grupo no Congresso Nacional e pela representatividade regional. “É uma federação que tem boa capilaridade em todo o Brasil. A Câmara Federal tem filiados ao partido, principalmente no Nordeste, além de bons quadros”, afirmou.
Durante a entrevista, o senador também comentou a saída do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do União Brasil para o PSD, partido comandado por Gilberto Kassab. Para Flávio Bolsonaro, caso Caiado confirme uma candidatura ao Palácio do Planalto, o movimento pode fortalecer o campo oposicionista ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Se ele for candidato, é mais uma soma para a oposição de Lula”, avaliou.
As articulações em torno da composição da chapa presidencial também foram tema de conversas recentes entre lideranças políticas. De acordo com o portal Metrópoles, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está preso na Papuda, em Brasília.
O encontro teria servido para discutir não apenas possíveis nomes para a vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro, mas também estratégias eleitorais envolvendo candidaturas ao Senado nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Ainda segundo a publicação, durante a conversa foram citados como possíveis vices o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), nomes considerados com potencial eleitoral e capacidade de ampliar alianças regionais.






