Facsul divulga nota para explicar fechamento da instituição
- porRedação
- 04 de Dezembro / 2025
- Leitura: em 6 segundos

| Créditos: Google Street View
A Faculdade de Campo Grande (FACSUL) divulgou uma nota oficial para prestar esclarecimentos sobre o encerramento de suas atividades acadêmicas, após mobilização de um grupo de estudantes que buscavam um documento formal que comprovasse o fechamento da instituição.
O posicionamento oficial garante que o processo será conduzido de forma organizada e responsável, assegurando a continuidade dos estudos para todos os alunos. A FACSUL afirmou categoricamente que "nenhum aluno ficará sem suporte, sem documentação ou em situação de prejuízo acadêmico", prometendo a emissão de todos os históricos e registros necessários para a transição.
Esclarecimentos sobre Gestão
Um dos principais pontos abordados na nota foi a negativa de qualquer vínculo administrativo com a Universidade Paulista (UNIP). A FACSUL sustentou que a UNIP é apenas uma "parceira na oferta de alguns cursos", e não a responsável pela gestão ou pela decisão de fechamento.
Essa informação contradiz relatos anteriores de estudantes, que teriam ouvido de uma coordenadora que o encerramento era uma determinação da UNIP, motivada por prejuízo financeiro das unidades associadas. Em uma nota posterior, a direção da faculdade reforçou que o fechamento foi uma decisão exclusiva da sua mantenedora (AESMS) e que a fala da coordenadora citada não representa a posição administrativa oficial da instituição.
Temor dos Alunos
O encerramento das atividades gerou apreensão entre os acadêmicos, principalmente para os bolsistas do ProUni, que temem perder o benefício, uma vez que a bolsa está vinculada à permanência na instituição original. Além disso, alunos de Enfermagem relatam que a transferência para outras faculdades da cidade pode exigir a adaptação à nova Diretriz Curricular, adicionando, potencialmente, um ano extra aos seus estudos.
A FACSUL esclareceu ainda que a desinformação inicial se deu porque os funcionários da linha de frente não tinham acesso a documentos oficiais sobre o processo conduzido junto aos órgãos reguladores.






