Estudo aponta que milhões de brasileiros podem ter demência sem diagnóstico

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Uma pesquisa conduzida por especialistas da Universidade Federal de São Paulo estima que cerca de 2 milhões de brasileiros convivam com algum tipo de demência sem saber. O levantamento destaca que a falta de diagnóstico precoce dificulta o tratamento e o acompanhamento adequado dos pacientes.

Segundo os pesquisadores, o envelhecimento da população brasileira tende a ampliar o número de casos nos próximos anos, tornando a identificação dos primeiros sinais um desafio crescente para o sistema de saúde. Entre os sintomas mais comuns estão falhas frequentes de memória, dificuldades de raciocínio e alterações no comportamento.

O estudo reforça a importância de avaliações médicas regulares, especialmente entre idosos, para possibilitar intervenções que contribuam para a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Especialistas também defendem campanhas de conscientização para ampliar o reconhecimento dos sintomas e reduzir o subdiagnóstico da doença.

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