ESA/MS promove palestra sobre o papel do advogado na mediação e conciliação judicial
- porRedação
- 10 de Março / 2026
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A Escola Superior de Advocacia da OAB/MS (ESA/MS) realizou, na tarde desta segunda-feira (9), mais uma edição do projeto ESA Conecta, em parceria com a Comissão de Mediação e Conciliação da OAB/MS. O encontro contou com a palestra “O papel do advogado na mediação e conciliação judicial”, ministrada pelo desembargador Roberto Portugal Bacellar, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) e diretor-geral da Escola Judiciária do Paraná (EJUD/PR).
A abertura do evento foi conduzida pela secretária-geral da comissão, Maira Nunes Farias Portugal, que agradeceu a presença do palestrante e ressaltou a importância da troca de experiências.
“Agradeço por ter aceitado o convite da comissão para compartilhar um pouco sobre a mediação sob seu ponto de vista e sua vasta experiência. Obrigada por estar aqui conosco”, afirmou.
Na sequência, o presidente da comissão, Nilton César Antunes da Costa, destacou a relevância do tema para a advocacia contemporânea e a parceria com a ESA/MS na promoção do debate.
“É com muita honra que a Escola Superior de Advocacia, junto com a Comissão de Mediação e Conciliação, trouxe sua palavra para nos proporcionar uma explanação sobre um tema muito importante. O bom profissional do Direito é aquele que enxerga mais longe e atende às necessidades das pessoas, especialmente diante do salto tecnológico que estamos vivendo”, pontuou.
Durante a palestra, Bacellar abordou o papel do advogado na construção de soluções consensuais e na busca por alternativas que atendam de forma mais ampla às necessidades dos clientes. O magistrado é doutor em Direito pela Universidade Nove de Julho (Uninove), integra o Comitê Gestor da Conciliação e o Comitê Gestor da Justiça Restaurativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e também atua como professor no programa de pós-graduação da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), vinculada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).
“O advogado da pós-modernidade tem que pensar nas necessidades do cliente, e não somente na resolução do conflito. Não há garantia de que, se fizermos diferente, encontraremos resultados melhores, mas é preciso refletir sobre novos caminhos”, concluiu o desembargador.






