
| Créditos: Reprodução/Redes Sociais
Não poderia deixar passar em branco. Em meu último editorial, "MS Gigante em Construção", apontei alicerces, ergui paredes de otimismo sobre o crescimento do nosso estado, mas falhei, e falhei gravemente, ao não mencionar um dos arquitetos principais desta obra: o governador Eduardo Riedel. A narrativa do progresso ficou incompleta, e é meu dever, hoje, corrigir essa lacuna.
Ao pesquisar as ações de sua gestão, fica claro que Riedel não apenas administra; ele busca inovar. O programa "Prossebra", por exemplo, é uma dessas iniciativas que pulsa com o DNA do agronegócio moderno. Na segurança pública, a integração de câmeras de monitoramento por inteligência artificial se destaca como uma ação ousada. Porém, é nos grandes investimentos que o motor do crescimento ganha força total: a atração de gigantes da celulose como a Suzano e a Eldorado consolida MS como potência florestal, gerando empregos e desenvolvimento regional. Paralelamente, a Rota Bioceânica emerge como projeto estratégico, transformando nosso estado no coração logístico do Mercosul, uma estrada para o mundo que abre mercados internacionais e posiciona Mato Grosso do Sul no mapa global do comércio.
Nesta construção coletiva, é fundamental reconhecer o papel do vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha. Com sua extensa experiência na gestão municipal de Dourados, Barbosinha tem sido um pilar estratégico na ponte entre o governo estadual e os municípios. Sua atuação tem sido crucial na interiorização das políticas públicas, garantindo que os programas cheguem de forma mais eficaz a todas as regiões do estado, fortalecendo a tão necessária governança em rede.
É claro, como qualquer gestão de proporções estaduais, a de Riedel não é um mar de acertos ininterruptos. Pesquisas e vozes críticas apontam para desafios persistentes, como a sensação de lentidão em algumas áreas da saúde pública e a necessidade de uma interiorização mais efetiva de alguns benefícios do crescimento. Entre erros e acertos, porém, o saldo que se vislumbra é largamente positivo. É humano errar; mais humano ainda é a capacidade de se corrigir e seguir em frente, e é nesse caminho que o governador tem demonstrado resiliência.
O que o povo de Mato Grosso do Sul espera, e o que pesquisa após pesquisa reforça, é que este crescimento seja, de fato, para todos. Carecemos de uma infraestrutura que una os confins do estado aos centros urbanos com estradas dignas. Anseiamos por uma saúde que atenda com presteza e dignidade, do SUS aos hospitais regionais. Esperamos que a educação seja, de fato, a alavanca mestra para transformar vidas. São nessas áreas fundamentais que o estado ainda carece e onde a população deposita suas maiores esperanças para que a gestão continue a nos proporcionar avanços concretos.
Por fim, e não menos importante, é justo estender o agradecimento para além do governador. Uma breve pesquisa sobre Dona Monica Riedel revela não a figura de um adorno, mas de uma parceira ativa. Envolvida em causas sociais, particularmente aquelas ligadas às mulheres e às famílias, ela personifica a verdade de que por trás de todo grande homem existe, invariavelmente, uma grande mulher. Seu trabalho silencioso e dedicado complementa a gestão pública, acrescentando uma camada de sensibilidade e cuidado à often dura realidade da política.
Governador Eduardo Riedel e vice-governador Barbosinha, agradeço por sua gestão e, sobretudo, pelos cuidados demonstrados com a população sul-mato-grossense. Que sigamos, juntos, construindo este gigante, com a transparência dos acertos, a humildade diante dos erros e a certeza de que o trabalho dedicado é o único caminho para um estado verdadeiramente grande.
Por Alcina Reis

| Créditos: Arquivo pessoal






