Dólar hoje fecha estável, após inflação nos EUA e notícias de Irã-EUA
- porInfoMoney
- 10 de Junho / 2026
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| Créditos: Foto: Vladislav Reshetnyak/Pexels
O dólar encerrou a quarta-feira perto da estabilidade ante o real, em uma sessão sem gatilhos fortes para a moeda norte-americana, com investidores repercutindo dados de inflação nos EUA e o noticiário sobre a guerra no Oriente Médio.
O índice de preços ao consumidor (CPI) aumentou 0,5% em maio. Na base anual, o avanço foi de 4,2%. O número ficou em linha com o esperado. Na base mensal, a expectativa de economistas consultados pela Reuters era de alta de 0,5% em maio, após avanço de 0,6% em abril. Na comparação anual, a projeção era de alta de 4,2%.
Qual foi a cotação do dólar hoje?
O dólar à vista fechou o dia com variação negativa de 0,12%, aos R$5,1723. No ano, a divisa passou a acumular baixa de 5,77% ante o real.
Às 17h03, o dólar futuro para julho DOLc1 — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — cedia 0,15% na B3, aos R$5,1955.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,172
- Venda: R$ 5,172
O que aconteceu com dólar?
Na terça-feira, as forças armadas dos EUA lançaram ataques contra o Irã depois que o presidente Donald Trump afirmou que Teerã havia abatido um helicóptero Apache americano no Estreito de Ormuz, prejudicando as perspectivas de paz entre os dois países e tensionando ainda mais o frágil cessar-fogo. Trump, no entanto, minimizou o incidente com o helicóptero, dizendo ao The Wall Street Journal que “não foi nada demais” e enfatizando que “o piloto está bem”.
O crescimento sólido e a inflação persistente provavelmente manterão as expectativas inclinadas para novos aumentos das taxas de juros nos EUA, mesmo que um possível acordo entre EUA e Irã possa oferecer algum alívio.
Por aqui, a nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10), indica uma melhora do cenário eleitoral para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após semanas marcadas pelo embate diplomático com os Estados Unidos e pela reação do governo às ameaças de novas tarifas sobre produtos brasileiros.
O levantamento, realizado entre 5 e 8 de junho, mostra Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, dez pontos à frente de Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 29%. Em maio, a distância era de oito pontos.
(Com Reuters)






