Deputado apresenta defesa na Corregedoria da Câmara e nega quebra de decoro em atos na Câmara e em Campo Grande
- porRedação
- 22 de Agosto / 2025
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| Créditos: Reprodução/TV Câmara
O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) apresentou sua defesa à Corregedoria da Câmara dos Deputados em duas representações. A primeira apura a participação dele na obstrução do plenário em 6 de agosto, e a segunda, um discurso com críticas e palavrões proferido em um ato público em Campo Grande, no dia 3 de agosto.
Em sua defesa, Pollon argumenta que as ações têm caráter político e estão protegidas pela Constituição, não configurando quebra de decoro parlamentar. Ele alega que a ocupação da mesa diretora foi um ato simbólico e pacífico para dar visibilidade à pauta da anistia aos presos de 8 de janeiro, citando que atitudes semelhantes já foram tomadas por outros parlamentares. Ele também questiona a validade das representações, apontando a falta de individualização das condutas.
Sobre o discurso em Campo Grande, o deputado sustenta que a manifestação ocorreu fora do ambiente institucional, o que o ampararia pela imunidade parlamentar. Pollon, que tem Transtorno do Espectro Autista (TEA), ressaltou que não usaria o diagnóstico como justificativa, pois estava "plena consciência" de seus atos.
A Corregedoria, que notificou outros 13 parlamentares envolvidos na obstrução, informou que as punições podem variar de advertência à perda de mandato.






