Conta de água em Campo Grande terá reajuste de 4,49% a partir de janeiro
- porRedação
- 03 de Dezembro / 2025
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A Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) de Campo Grande (MS) oficializou um aumento de 4,49% nas contas de água e esgoto da capital. O reajuste tarifário entrará em vigor a partir de 3 de janeiro de 2026 e foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM).
A revisão nas tarifas dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário está prevista no contrato de concessão firmado com a Águas Guariroba, concessionária responsável pela operação na cidade.
Além do percentual principal de 4,49% aprovado para o reajuste, a publicação também validou a aplicação de um percentual de 0,16% referente à revisão tarifária.
Novos Valores Fixos por Categoria
Com a mudança, a estrutura de cobrança fixa dos serviços será modificada para diversas categorias, conforme detalhado abaixo (valores atualizados em Reais - R$):
| Categoria | Valor Fixo Atual (Aprox.) | Novo Valor Fixo |
|---|---|---|
| Tarifa Social | R$ 8,61 | R$ 9,01 |
| Tarifa Residencial | R$ 18,99 | R$ 19,87 |
| Tarifa Comercial | R$ 28,80 | R$ 30,14 |
| Tarifa Industrial | R$ 45,27 | R$ 47,38 |
| Tarifa Poder Público | R$ 96,09 | R$ 100,56 |
Variação por Consumo
Os custos por metro cúbico (m³) consumido também sofrerão alteração. Para a tarifa residencial, o consumo na faixa inicial (1 a 10 m³) passará a custar R$ 8,03, podendo chegar a R$ 18,75 para volumes acima de 50 m³.
As taxas referentes à coleta e tratamento de esgoto seguirão a mesma estrutura de cobrança fixa da água, com os valores por metro cúbico variando entre R$ 5,62 e R$ 13,13 para o consumidor residencial, dependendo da faixa de consumo.
Contexto da Concessão
O sistema de água e esgoto de Campo Grande é operado pela Águas Guariroba, que assumiu a concessão em 2000. O contrato original de 30 anos foi prorrogado em 2012 por mais três décadas, tendo a previsão de término estendida para 2060. O acordo prevê exclusividade para o fornecimento, o que impede o uso de poços convencionais ou artesianos na cidade para evitar a redução do faturamento da empresa.






