Construtora tenta sair de ação bilionária e alega ter sido afastada da obra do Aquário
- porRedação
- 08 de Abril / 2026
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| Créditos: Divulgação/PMCG
Em sua defesa estratégica perante a Justiça para evitar uma condenação de R$ 1,1 bilhão, a empresa responsável pela construção do Aquário do Pantanal alegou que a paralisação do projeto não ocorreu por falha técnica ou abandono voluntário. Segundo a defesa, a construtora foi, na prática, impedida de dar continuidade aos trabalhos após uma decisão do Governo do Estado que teria limitado seu acesso ao canteiro de obras.
A argumentação jurídica sustenta que a rescisão indireta do contrato partiu de ações administrativas que inviabilizaram o cronograma planejado. A empresa busca afastar a responsabilidade civil e financeira pelos atrasos e supostos danos ao erário, reafirmando que possuía capacidade para concluir o empreendimento, caso não tivesse sido afastada da execução direta do projeto.
O processo, que envolve valores bilionários, segue em análise no Judiciário, onde se discute se houve descumprimento contratual por parte da empreiteira ou se a interrupção foi provocada por decisões unilaterais do poder público.






