Chefão do PCC ostentava arsenal nas redes e tinha ligação com policiais, aponta PF
- porRedação
- 28 de Julho / 2025
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| Créditos: Reprodução/Redes Sociais
Nelson Gustavo Amarilla Elizeche, conhecido como “Nortenho”, de 39 anos, preso preventivamente durante a Operação Blacklist da Polícia Federal, em Ponta Porã, ostentava fuzis nas redes sociais e mantinha conexões com policiais militares e penais na fronteira com o Paraguai.
Investigado como liderança regional do PCC (Primeiro Comando da Capital), ele aparece em vídeo ao lado de outro integrante da facção, descrevendo armamentos pesados, como fuzis 7.62, ponto 30 e ponto 50, além de vasta munição.
Segundo decisão judicial, seu núcleo atuava na compra de drogas e armas no Paraguai, transportava os ilícitos por Mato Grosso do Sul até São Paulo, com parte da droga sendo enviada à Europa.
“Nortenho” foi preso no Paraná, conduzindo um veículo de luxo avaliado em mais de R$ 1 milhão. A Operação Blacklist é um desdobramento da Operação Licantropia, que já havia identificado o uso de mulheres como “mulas” no tráfico internacional de cocaína.
Durante a ação, a PF apreendeu armas, veículos, munições e uma impressora 3D utilizada para fabricar peças de armamentos. Os mandados foram cumpridos em Ponta Porã, Dourados, Campo Grande, São Paulo e Ribeirão Preto.






