Casos de SRAG caem no país no início de fevereiro, aponta boletim da Fiocruz
- porRedação
- 12 de Fevereiro / 2026
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O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (12), aponta queda nos casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) na maior parte do Brasil. A redução ocorre em meio à baixa circulação de vírus respiratórios como influenza A, Covid-19 e o VSR (vírus sincicial respiratório) neste início de fevereiro.
Atualmente, apenas três estados seguem em nível de alerta ou risco: Acre, Amazonas e Roraima. Nessas unidades da federação, houve aumento de casos nas últimas semanas. No Acre e no Amazonas, o crescimento foi impulsionado principalmente pela influenza A, embora já existam sinais de desaceleração.
No Acre, o VSR ainda mantém elevadas as internações entre crianças pequenas. Já no Amazonas, os dados mais recentes indicam maior concentração de casos em pessoas acima de 50 anos, padrão semelhante ao observado em períodos de maior circulação da Covid-19, ainda que faltem exames laboratoriais para confirmar a relação direta com o coronavírus.
Em Roraima, o cenário é mais abrangente: o aumento de SRAG atinge diferentes faixas etárias, incluindo crianças, jovens, adultos e idosos.
Capitais em alerta
Entre as capitais, apenas Manaus (AM) e Porto Velho (RO) apresentam crescimento relevante de casos de SRAG. Há ainda registros de leves altas de influenza A no Pará e de Covid-19 no Rio de Janeiro, mas sem impacto expressivo nas internações hospitalares até o momento.
Situação em 2026
Em 2026, o Brasil já contabiliza 6.306 casos de SRAG. Entre os diagnósticos positivos, os vírus mais identificados são rinovírus, Sars-CoV-2 e influenza A. As crianças pequenas concentram a maior parte das notificações, enquanto os óbitos ocorrem principalmente entre idosos, conforme dados do SUS analisados pela Fiocruz.






