Campo Grande enfrenta superlotação em hospitais e UPAs


Campo Grande enfrenta superlotação em hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da rede pública, enquanto segue sem secretário de Saúde há um mês. Pacientes relatam espera de dias por vagas em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (Humap-UFMS) e a Santa Casa registram ocupação próxima ou acima de 80% em leitos adultos, pediátricos e de UTI. O Hospital Adventista do Pênfigo também informa todos os leitos ocupados.

O portal de leitos da Prefeitura indica cinco UPAs lotadas: Vila Almeida, Coronel Antonino, Leblon, Santa Mônica e Moreninhas. A regulação de vagas entre Estado e Município ainda gera conflitos, deixando pacientes em espera prolongada.

Casos como o de Dilfa Almeida, de 74 anos, e Maria da Glória de Lima, de 85, ilustram o problema: ambas aguardam internação em UPAs devido à falta de vagas.

A Secretaria Municipal de Saúde está sob comando de um comitê desde setembro. A prefeita Adriane Lopes afirmou ter definido o futuro nome do secretário, mas a ausência de um titular ainda dificulta decisões para enfrentar a superlotação.

Fonte: Correio do Estado

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