Brasil mantém pior posição no ranking da Transparência Internacional e deputado critica governo
- porRedação
- 11 de Fevereiro / 2026
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O Brasil manteve, em 2025, sua pior colocação no Índice de Percepção da Corrupção (IPC), elaborado pela ONG Transparência Internacional. O país repetiu a segunda pior nota da série histórica, com 35 pontos em uma escala que vai de 0 a 100, e ficou na 107ª posição entre 182 países avaliados, abaixo da média global e da média das Américas, ambas de 42 pontos. A variação de um ponto em relação ao ano anterior foi considerada estatisticamente irrelevante, indicando estagnação no combate à corrupção no setor público.
O levantamento, divulgado nesta terça-feira (10), é considerado o principal indicador mundial de percepção da corrupção. De acordo com a Transparência Internacional, o desempenho brasileiro mantém o país distante de nações com melhores resultados no ranking, como Dinamarca, Finlândia e Cingapura, que lideram a lista.
Após a divulgação dos dados, o deputado federal Marcos Pollon (PL) fez duras críticas ao governo federal e ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em declaração, o parlamentar atribuiu o resultado ao atual cenário político e ao comando do Executivo.
“Previsível, e vai piorar. Afinal, o PT não é um partido, é uma organização criminosa”, afirmou. O deputado também direcionou críticas pessoais ao presidente da República, em fala registrada nas redes sociais.
As declarações do parlamentar repercutiram nas redes e em meios políticos, ampliando o debate em torno dos resultados do IPC e das políticas de combate à corrupção no país. A Transparência Internacional, por sua vez, destaca que a estagnação do Brasil no ranking reflete desafios estruturais na prevenção, fiscalização e punição de práticas corruptas no setor público.






