Píton albina resgatada será atração no Bioparque Pantanal com enquete para escolha de nome

| Créditos: Foto: Rosana Moura

Uma píton albina (Python bivittatus) de 2,5 metros, resgatada de um circo em Amambai pela Polícia Militar Ambiental (PMA), terá um novo lar no Bioparque Pantanal. O animal, que não pode retornar à natureza por ser exótico e ter perdido seus instintos selvagens, será utilizado em atividades de educação ambiental.

A píton, originária do sudeste asiático, foi domesticada e perdeu a capacidade de sobreviver em seu habitat natural. No Bioparque, ela terá um recinto projetado segundo normas do IBAMA, com elementos que simulam seu ambiente natural, como substrato adequado, plantas, toca, aquecedor, umidificador e lâmpadas especiais.

"Nosso trabalho é garantir o bem-estar da píton, proporcionando um ambiente que atenda às suas necessidades", afirmou Carla Kovalski, bióloga-chefe do Bioparque.

Recinto irá garantir bem-estar do animal. | Créditos: Foto: Lara Miranda

O público poderá participar da escolha do nome da serpente através de uma enquete no Instagram oficial do Bioparque. As opções, inspiradas em personagens femininas da literatura brasileira, são: Capitu, Iracema e Paraguaçu.

A diretora-geral do Bioparque, Maria Fernanda Balestieri, destaca a importância da iniciativa: "O Bioparque se alinha ao conceito moderno de aquários e zoológicos, com foco na educação ambiental e na conservação da biodiversidade".

A píton albina, com idade estimada em três anos, poderá viver até 30 anos no Bioparque Pantanal.

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