Outra tesourada: Portela destitui diretório do PL em Amambai após se recusarem a apoiar o PSDB

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A recente decisão de destituição dentro do Partido Liberal (PL) de Mato Grosso do Sul surgiu após o partido formalizar uma aliança com o PSDB estadual, resultando na remoção de Marcos Pollon da diretoria. Essa situação complicou candidaturas em diversas regiões, incluindo a capital, onde uma composição forçada com Beto Pereira do PSDB foi necessária.

Membros do partido expressaram insatisfação com as constantes ameaças direcionadas àqueles que se opõem à aliança com os tucanos. Há os que dizem que Tenente Portela, atual presidente estadual do PL, como “Garoto de Recados” de Reinaldo Azambuja, presidente estadual do PSDB. 

Os comentários são de que Portela está disposto a promover interesses pessoais, inclusive apoiando a candidatura de sua filha Ana Portela, mesmo que isso resulte na inviabilidade do partido em todo o estado.

Destituição da Comissão Executiva Provisória do PL de Amambai | Créditos: Imagem: Reprodução

O ofício nº 003/2024, emitido pela Diretoria Executiva Estadual do PL, formalizou a dissolução da Comissão Executiva Provisória Municipal de Amambai, destacando a necessidade de cumprir decisões nacionais, mas gerando ainda mais controvérsias entre os membros locais.

Esta medida revela uma profunda divisão interna no PL de Mato Grosso do Sul, refletindo a tensão entre estratégias políticas centralizadas e a autonomia dos diretórios municipais em definir seus rumos eleitorais.

Após o anúncio de apoio à pré-candidatura de Sérgio Barbosa (MDB) e negociações com a senadora Tereza Cristina (PP), o diretório municipal do PL em Amambai enfrentou uma reviravolta drástica. Tenente Portela decidiu destituir a diretoria local em meio a um contexto de pressões e acordos políticos controversos.

 Outra Tesourada:
Essa não é a primeira grande surpresa da direita em Mato Grosso do Sul, após o surpreendente apoio aos tucanos, chamados de “melancia” por militantes do PL.

Na semana passada, 39 pré-candidatos a prefeito no interior do estado pelo PL, que foram convidados pelo então dirigente da sigla, o deputado federal Marcos Pollon, foram surpreendidos ao serem informados que não teriam legenda para disputar as eleições. Também foram comunicados que teriam que apoiar os candidatos do PSDB em seus municípios, conforme acordo entre as executivas nacionais dos dois partidos.

Com informações Fato67

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