Governo de MS divulga calendário com seis feriadões para 2026

| Créditos: Reprodução/ TV Foco


O Governo de Mato Grosso do Sul (MS) oficializou, por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), o calendário de feriados e pontos facultativos a serem observados em 2026 por todos os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual Direta e Indireta. A medida confirma que os servidores estaduais terão um total de seis oportunidades de descanso prolongado ao longo do próximo ano, resultantes da combinação de 11 feriados com 11 pontos facultativos.

Abril se Destaca com Duas Folgas Estendidas

O mês de abril será o que mais beneficiará os servidores, oferecendo duas chances de recesso estendido, totalizando oito dias sem expediente com as emendas:

O primeiro período prolongado ocorre em virtude da Paixão de Cristo (dias 2 e 3).

O segundo é referente ao feriado de Tiradentes (dias 20 e 21).

Detalhes do Calendário Anual

O planejamento de 2026 começa com folga extra, devido ao ponto facultativo decretado para o dia 2 de janeiro, emendando com a Confraternização Universal (1º de janeiro).

As principais datas comemorativas e pontos facultativos ao longo do ano incluem:

Fevereiro: O Carnaval terá ponto facultativo nos dias 16 e 17. O expediente retorna às 13h da Quarta-feira de Cinzas (18).

Maio: Folga no Dia do Trabalhador (1º de maio).

Junho: O feriado de Corpus Christi será prolongado, com ponto facultativo nos dias 4 e 5.

Setembro: O Dia da Independência (7 de setembro) cairá em uma segunda-feira.

Outubro: O mês inclui o feriado da Criação do Estado (11), Nossa Senhora Aparecida (12) e o Dia do Servidor Público (28).

Novembro: As datas de Finados (2), Proclamação da República (15) e Dia Nacional de Zumbi (20) também estão no cronograma.

Dezembro: As vésperas de Natal (24) e Ano-Novo (31) foram definidas como pontos facultativos, somando-se ao feriado nacional de Natal (25).

O decreto ressalta que feriados de âmbito municipal deverão ser respeitados apenas nas respectivas localidades. É exigido que os serviços considerados essenciais mantenham seu funcionamento ininterrupto, devendo ser gerenciados por meio de escalas e plantões.

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