Cinco destinos estão entre os mais perigosos do mundo para viajantes, aponta Índice Global da Paz


Um levantamento internacional baseado no Índice Global da Paz (Global Peace Index – GPI) destaca os países que apresentam maiores riscos para turistas devido a conflitos armados, instabilidade política e elevados índices de violência.

O estudo, elaborado pelo Instituto para Economia e Paz (IEP), avalia mais de 160 nações utilizando indicadores relacionados à segurança interna, conflitos em andamento e grau de militarização.

Entre os destinos considerados de maior risco estão:

1. Afeganistão – O país enfrenta anos de instabilidade política, ameaças de grupos extremistas e uma grave crise humanitária, fatores que contribuem para sua baixa classificação em segurança.

2. Iêmen – Marcado por uma prolongada guerra civil, o território sofre com confrontos armados frequentes e dificuldades no acesso a serviços básicos.

3. Síria – Apesar da redução da intensidade dos conflitos em algumas regiões, a guerra e seus impactos continuam afetando a segurança do país.

4. Sudão do Sul – Tensões políticas e disputas internas mantêm o cenário de insegurança, com episódios recorrentes de violência e deslocamento populacional.

5. República Democrática do Congo – Conflitos envolvendo grupos armados e crises humanitárias em diversas áreas colocam o país entre os mais perigosos para visitantes.

Segundo especialistas, a classificação não significa que todo o território dessas nações seja inacessível, mas indica que viagens podem envolver riscos elevados e demandam cuidados especiais, além do acompanhamento constante das recomendações das autoridades internacionais.

O Índice Global da Paz também mostra que o cenário mundial tem apresentado deterioração nos últimos anos, refletindo o aumento de conflitos e tensões geopolíticas em diferentes regiões do planeta.

Antes de programar viagens internacionais, a orientação é consultar alertas oficiais, verificar as condições de segurança do destino e acompanhar eventuais restrições impostas por órgãos governamentais e diplomáticos.

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