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Meio Ambiente

MS monitora nuvens de gafanhotos no Paraguai e se preparada para combate

Praga que devastou plantações no país que faz fronteira com MS deu sinais de deslocamento na direção do Estado

Via Redação | Publicado por Administrador | às 17:22:32

Mato Grosso do Sul está de olho em nuvens de gafanhotos que devastaram plantações no Paraguai. Segundo o secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar, Jaime Verruck, o país vizinho tem comunicado a situação diariamente ao Ministério da Agricultura e há sim preocupação, mas por enquanto os 9 focos do lado de lá da fronteira estão estacionados e seguem sendo monitorados.

Verruck afirma que apesar de uma das nuvens estar próximo ao limite territorial do Paraguai com Mato Grosso do Sul, hoje não há risco de a praga chegar ao Estado. “O que podemos fazer neste momento é monitorar, temos pontos de controle na fronteira. Podem se movimentar para cá ou não, depende de condições climáticas e outros fatores. Mas, por enquanto, os focos estão estacionados”, explica o secretário.

Está marcada reunião técnica para esta quinta-feira. Os profissionais do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária) em Mato Grosso do Sul, Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) e Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso do Sul) vão debater quais as melhores formas de combater a praga caso ela chegue ao Estado. “O que estamos discutindo é como afetaria pastos e lavouras, e que tipo de agrotóxicos serão mais eficientes”.

O secretário afirmou ainda que Mato Grosso do Sul e também o Rio Grande do Sul, por conta da fronteira com a Argentina, reforçaram a vigilância. A informação é que uma das nuvens que está na Argentina chegou hoje a ponto a 130 km da fronteira com o Brasil.

Ontem (23), a ministra da Agricultura, Teresa Cristina (DEM-MS), informou que a pasta montou um planejamento para acompanhar a praga. “Montamos já um plano de monitoramento para acompanhar o deslocamento desses gafanhotos. A gente espera que eles não cheguem ao Brasil, mas todas as ações que podem ser tomadas já têm um grupo de acompanhamento e as ações que podem ser implementadas caso isso aconteça”, disse em vídeo postado no Twitter.

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