POLÍCIA FEDERAL

Milton Ribeiro e pastores passam por audiência de custódia nesta 5ª

Via Redação | Publicado por Administrador | às 07:02:32

Três dos cinco presos durante a operação Acesso Pago, da Polícia Federal, passarão nesta quinta-feira (23/6) por audiência de custódia. O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, de São Paulo, e o pastor Arilton Moura, do Pará, vão falar virtualmente. Já o pastor Gilmar Santos participará presencialmente, na 15ª Vara da Justiça Federal, em Brasília.

Mais duas pessoas foram presas durante a ação: o ex-assessor do MEC e advogado Luciano de Freitas Musse e o ex-assessor da prefeitura de Goiânia Hélder Diego Bartolomeu.

Na manhã de 22 de junho, a Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação durante a operação Acesso Pago, que investiga esquema de corrupção durante a gestão dele à frente do MEC. No mandado de prisão, o juiz elencou ao menos quatro crimes que teriam sido cometidos por Ribeiro: corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influênciaVinicius Schmidt/Metrópoles

Secretário da Educação Milton Ribeiro - Goiânia (GO) 15/09/2021 Em clima de campanha eleitoral, Presidente do Senado Rodrigo Pacheco, Governador de Goiás Ronaldo Caiado e Ministro da Educação Milton Ribeiro participam de encontro de prefeitos em apoio à candidatura do senador Luiz do Carmo ao senado em 2022

Eles foram presos preventivamente pela Polícia Federal nessa quarta-feira (22/6). De acordo com informações da Justiça Federal, as audiências estão previstas para as 14h desta quinta.

O juiz Renato Borelli, da 15ª Vara Federal de Brasília, havia negado o pedido da defesa do ex-ministro para que ele permanecesse preso em Santos e participasse da audiência de forma on-line. A PF, porém, teria argumentado não conseguir prover a logística necessária para o deslocamento para Brasília até as 14h, por isso o ex-ministro participará da audiência por videoconferência.

No mandado de prisão, ao qual a coluna Igor Gadelha teve acesso, Borelli cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência para justificar a prisão de Milton Ribeiro.

Os crimes estão relacionados a um suposto esquema de corrupção envolvendo pastores evangélicos e distribuição de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), ligado ao MEC, durante a gestão do ex-ministro do governo Bolsonaro à frente da pasta.

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