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Política

Mandetta critica Bolsonaro e afirma que está pronto para ser candidato à presidência

“Se perguntar para mim, você tem coragem para ir para uma das campanhas mais sórdidas, baixas, invasivas, pelos comentários do presidente e do filho do presidente, eu estou pronto”, afirmou, em entrevista à CNN Brasil

Via Redação | Publicado por Administrador | às 07:06:51

O ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), se empolgou e declarou que está pronto para ser candidato à presidência do Brasil nas eleições de 2022.

“O meu nome está aqui, eu não sou candidato de mim. Eu quero um projeto para a gente defender ideias. Se perguntar para mim, você está pronto? Eu estou pronto. Se perguntar para mim, você vai, você tem coragem para ir para uma das campanhas mais sórdidas, baixas, invasivas, pelos comentários do presidente e do filho do presidente, eu estou pronto”, afirmou, em entrevista exclusiva à CNN Brasil.

“Eu pertenço a um partido político que tem ideais a apresentar, tenho mais de 35 anos, sou nascido aqui no Brasil, estou em dia com minhas obrigações eleitorais, ou seja, reúno as obrigações básicas [para se candidatar à presidência]”, acrescentou.

Mandetta acredita que Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula entram desgastados no processo eleitoral. Ele entende que os dois chegaram no “teto” e, por isso, não há uma tendência para crescimento na base eleitoral.

O ex-ministro de Bolsonaro tem uma opinião bem particular sobre o atual presidente: “O Collor foi o primeiro a não se reeleger. Ele [Bolsonaro] vai ser o segundo, porque, primeiro, ele precisa terminar o mandato para pensar em reeleição. Agora, espero que ele não continue, porque ele não está à altura do cargo”, afirmou.

Pazuello

Mandetta disse que outro ex-ministro da Saúde de Bolsonaro, o general Eduardo Pazuello, está “com medo de ser inquirido” na CPI do Genocídio.

“Ele [Pazuello] se submeteu a um papel de retirar as funções do Ministério da Saúde. O primeiro ato dele foi de não divulgar números. Teve que vir ordem do STF para divulgar os números. Ele perdeu a credibilidade na saída. Fez um trabalho de baixa qualidade e sempre com muita subserviência”, acrescentou.

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