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Política

“Ciro Gomes é a Regina Duarte da esquerda”, diz youtuber

Via Redação | Publicado por Administrador | às 18:54:04

O youtuber Felipe Neto fez uma autocrítica corajosa nas redes sociais.

Opositor ferrenho de Bolsonaro, disse que não se tornou petista, mas estudou “mais a fundo e aprendi muita coisa”.

“Sim, no passado eu nutria um ódio pelo PT que era sobrenatural. Sim, no passado, ao ser confrontado pela pergunta ‘Bolsonaro ou Lula’, eu disse que não votaria num corrupto, logo só sobrava o Bozo (na época). Mudei, [me] arrependi, corrigi e lutei contra Bolsonaro no 1° e 2° turnos”, disse.

Internautas lembraram do passado reacionário de Felipe e a treta evoluiu para lugar nenhum, até que chegou ele — tcharã –, Ciro Gomes, qual urubu farejando carniça.

Ciro viu uma chance de pegar carona e bater nos — tcharã — petistas.

“Quero dar um abraço em Felipe Neto! A sujeira corrupta do lulopetismo junta (que surpresa!) com o Bolsonarismo boçal, estão com suas máquinas podres agredindo o jovem brasileiro. Fique firme! Este é o melhor sinal de que vc está certo”, escreveu.

“Se estes picaretas tivessem algum argumento sério não teriam ido nas eleições últimas junto com Renan Calheiros e Eunicio Oliveira (dirigentes do Senado onde o impeachment de Dilma foi votado)”.

Ciro é a Regina Duarte da esquerda. Cada vez mais desequilibrado, sem noção, chutando um amontoado de imbecilidades (“lulopetismo”? Até quando, Jesus Cristo?) como se fosse algum iluminado.

Não se faz política com ressentimento.

O sujeito considera que Lula o passou para trás em 2018 e não consegue superar. É um corno eterno.

Assinou, com Haddad, Gleisi, Boulos e outros, uma carta pedindo a “renúncia” de Bolsonaro.

Na semana seguinte, estava xingando os demais signatários. Como confiar no cidadão?

Ciro cansa, assim como Regina. São dois perdidos em seus egos, profundamente aborrecidos, metidos em cavalgadas rumo ao nada.

Serão ótimo colegas de sanatório.

(…) Se estes picaretas tivessem algum argumento sério não teriam ido nas eleições últimas junto com Renan Calheiros e Eunicio Oliveira (dirigentes do Senado onde o impeachment de Dilma foi votado).

— Ciro Gomes (@cirogomes) May 11, 2020

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