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“O Brasil está podre, podre e imundo”

José Passarelli

Via José Passarelli | Publicado por Alcina Reis | às 02:19:37

Renato Russo em sua biografia diz que estudava na mesma sala de aula com o porquinho prático ladrão Geddel Vieira em Brasília-DF, diz ainda que ele, além de não estudar nada, era burro, um verdadeiro íngua. Aleatoriamente ele caía no grupo de Russo para fazer trabalhos escolares e tinha o comportamento indolente, analfabeto contumaz, não ajudava em nada, ficava apenas jogando papéis na cabeça dos colegas e contando piadas, era o idiota da escola. Feio do jeito que é, só poderia ser mesmo essa espécime rara, um suíno.

Todo colégio tem idiotas, aqui em Campo Grande-MS, o Colégio Dom Bosco produziu alguns idiotas, e engraçado, eram sempre os mesmos babacas que não se destacavam em nada, por isso puxavam saco dos padres e professores, mesmo assim levavam pau no fim do ano. Na saída das aulas, Geddel pegava um carro e ficava querendo se mostrar para as garotas dando cavalo de pau, freando, acelerando, tirando finas de postes e meio fio, como se isso atraísse garota bonita, atrai sim se ela for fraca de neurônios, despirocada, cabeça de vento, e por aí vai.


Por outro lado, nossas autoridades incompetentes ficam preocupadas com a mala do Rocha Loures que tinha R$ 500 mil para o Temer, um presidente totalmente fora da casinha, idiota e com 3% de aprovação e, agora descobrem que o lalau Geddel Vieira tem em um apartamento em Salvador mais de 90 malas iguais a de Loures. Pergunto: o que é isso? Isso é resultado de um governo incompetente e do abandono da educação brasileira.

O ensino no país é medíocre e a universidade está falida. Um país não pode sobreviver por longo tempo sem alguma vida intelectual na qual se enxergue e se reconheça como unidade histórica, cultural e espiritual. Isso falta totalmente no Brasil de hoje. As discussões públicas entre pessoas supostamente letradas perdem-se em fatos isolados, em tagarelice ideológica sem nenhum proveito ou na exteriorização fortuita de impressões grupais totalmente alienadas.

O Brasil tornou-se invisível a si mesmo, e na treva geral crescem os monstros. O diabo mora no detalhe, o detalhe está no procedimento do desgoverno que comanda a podridão em que estamos atolados até o pescoço.
Nenhum ser humano ou país está mais louco do que aquele que acredita poder resolver todos os seus problemas primeiro, para tornar-se inteligente depois. A inteligência não é o enfeite do vitorioso, é a trajetória da vitória.


As universidades brasileiras tornaram-se instrumentos do crime organizado, empenhados em tapar bocas, paralisar consciências, destruir talentos, perverter vocações, secar todas as fontes de uma restauração possível e, é claro, torrar dinheiro público. Nada mais difícil do que aliar a intensidade do esforço contínuo à longa espera de resultados incertos.
O curso dos acontecimentos históricos reflete o tipo de personalidade dominante em cada época, nada tem futuro sem um estilo de vida intelectual.

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