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Editorial

EDITORIAL - RICARDO ORTIZ

Publicado em às 05:23:46

Atualmente os melhores amigos são aqueles que não respondem os questionamentos e concordam com tudo que emana da boa e velha amizade, mesmo que para isso custem cargos, posições e manobras, que são capazes de deixar duvidosos até mesmo os mais céticos dos pesquisadores políticos.

O governo brasileiro vislumbra galgar algumas questões relativas ao avanço econômico e político, mas esbarra na velha e boa barganha, que condiciona a lei do “toma lá, dá cá”, que até mesmo surpreende a história em seu tempo, onde o “escambo” era mais justo do que trocas atuais, em que a retenção dessa barganha, deixa o quinhão para aqueles que denotam serem políticos articulados e o ônus desta “troca” fica para o povo que os assistem.
Protagonizarmos um novo tempo na história política de nosso País e reescrevermos em outros tempos e de outra maneira o mesmo enredo pífio de nossos antigos governantes. No escalonar do bem e do mal, não conseguimos mais discernir o que é autêntico ou cópia reformulada da boa e velha politeía (Política, derivada do grego antigo).
Neste atual cenário político, caso não haja uma ação efetiva para uma verdadeira mudança, podemos contextualizar a antiga Roma e o clímax de sua crise, onde os pobres estavam mais pobres e uma minoria de ricos imperava suas leis impositivas e o governo para não gerar uma catástrofe política social, instituiu o “pão e circo”, onde liberava aos mais necessitados (Na sua grande maioria), o trigo para seu sustento momentâneo e os divertiam com um circo, para distraí-los de sua fome e miséria, os induzindo à ignorância total.
Não existe uma opinião de quanto pior, melhor, mas sim, a reflexão de uma efetiva virada filosófica no contexto político e econômico de nosso País. Onde nossos governantes deverão adotar medidas efetivas e não governarem acompanhando a tecnologia na sua essência, por intermédio de redes sociais ou incitar a população no que tange somente as críticas do passado, sem pensar em avanços concretos num todo, para o futuro de uma nação, na construção de novas ideias e novos ideais.
Por fim, o governo não pode ser tratado ou conduzido de forma frágil como uma “casca de ovo”, onde um simples rumor ou crítica contra um membro da administração pública é capaz de desequilibrar e derrubar a bolsa de valores e colocar em xeque a economia de um País, ruindo totalmente um projeto.
Uma nação se constrói na forja dos homens de bem, sendo sensatos no pensar, mas fortes no agir. Determinante na objetividade do poder que lhe foi confiado e que emanou do povo. Não se atendo aos comentários sórdidos de seus adversários, no intuito de desestabilizar, mas efetivando realmente as mudanças que uma nação necessita, dentro do mesmo ideal que foi planejado e construído para o projeto de desenvolvimento de um País. Somente assim, reescrevemos uma história e contextualizamos as vitórias de um povo!!!E tenho dito!!!

RICARDO CÓRDOBA ORTIZ

Jornalista

DRT 1504/MS

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