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Vale do Ivinhema tem três cidades com casos confirmados de influenza

Nova Andradina, Bataguassu e Ivinhema fazem parte do último boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde divulgado nessa quarta-feira (16)

Não parando de avançar em Mato Grosso do Sul, os casos de influenza passaram a ser preocupação em três cidades da região do Vale do Ivinhema. Nova Andradina, Bataguassu e Ivinhema fazem parte do último boletim epidemiológico da SES (Secretaria Estadual de Saúde) divulgado nessa quarta-feira (16).

Segundo as informações a que o Nova News teve acesso, a atenção maior é no município de Ivinhema com 6 casos de H3N2. Na sequência, aparece Nova Andradina com 2 confirmações de H3N2 e, por fim, Bataguassu com 1 caso de H1N1.

No rol das cidades impactadas com a gripe, a maioria é para os casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) que totalizam 289. Detalhada por tipo, a infestação do vírus influenza A são 6 de H1N1, 22 de H3N2, 7 não subtipado e 3 de influenza B.

Ao todo, 10 pessoas já morreram este ano no Estado em decorrência da doença, sendo 1 por H1N1 em Nioaque; 6 por H3N2 em Aquidauana (1), Campo Grande (4) e Naviraí (1); 1 influenza B em Campo Grande, e; 2 não subtipados em Chapadão do Sul (1) e Três Lagoas (1).

Atenção à doença em Nova Andradina

Matéria de destaque na última semana, os casos diagnosticados em Nova Andradina são de um pai e a filha de apenas 8 meses de vida. Ambos fora de perigo, os dois nem chegaram a ser hospitalizados. O município tem ainda  cinco casos notificados de influenza que estão sob investigação

A Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Vigilância Epidemiológica, está desenvolvendo a campanha 2018 em Nova Andradina que traz o slogan “Vacine-se contra a gripe e fique protegido”.

A campanha teve início no dia 23 de abril e se estende até o dia 1º de junho (vacinação em todas as ESF de acordo com cronograma das salas de vacina, das 07h30 às 16h).

O público-alvo da campanha formado por crianças de seis meses a cinco anos, gestantes, puérperas, professores, profissionais da saúde, indígenas, pessoas com 60 anos ou mais, jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, detentos e funcionários do sistema prisional, além de pessoas que têm doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, por exemplo, representa 737,3 mil pessoas.

A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários para a vacinação.