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Dólar perde força com BCB e fecha aos R$3,689 na venda

O dólar comercial fechou em queda nesta segunda-feira.

Dois fatores pesaram no desempenho da divisa; a medida do Banco Central do Brasil divulgada na última sexta-feira (18) e também o alívio no acordo entre a China e os Estados Unidos. Ainda sobre o tema acordo, o México e o Canadá discutem o Nafta (North American Free Trade Agreement) – Tratado Norte-Americano de Livre Comércio.

Hoje, a oferta adicional de swap cambial foi de 15 mil contratos no leilão realizado entre 9h30 e 9h40. O volume vendido foi de US$750 milhões. A data de início dos contratos ficou para esta terça-feira (22).

O BCB também informou o leilão de 4.225 contratos de swap com rolagem para 01 de junho no total de US$5,650 bilhões.

Ao final, no interbancário, a moeda ficou cotada a R$3,688 para a compra e R$3,689 para a venda, queda de 1,35%.

O dólar turismo ficou em R$3,670 para a compra e R$3,890 para a venda, queda de 1,52%.

O euro ficou em R$4,339 para a compra e R$4,341 para a venda, queda de 1,45%.

A libra ficou em R$4,943 para a compra e R$4,944 para a venda, queda de 1,91%.

No comunicado da última sexta-feira (18), o BCB explicou que os montantes das ofertas adicionais de swap poderão ser revistos e se reserva o direito de realizar atuações discricionárias, caso seja necessário. A atuação do banco central no mercado cambial é separada de sua política monetária.

Na bolsa de Nova York, o dólar medido pelo índice DXY, que compara o movimento da divisa com seis moedas, ficou em alta de 0,13% a 93,84. O WSJ, que amplia o comparativo com mais 16, estava em alta de 0,08% a 87,08. As discussões entre a China e os Estados Unidos e a proximidade de um acordo deram alívio ao mercado cambial.

O euro ficou em alta de 0,16% a US$1.1791. A libra ficou em queda de 0,27% a US$1.3428.

O dólar canadense caiu 0,72%e o peso do México perdeu 0,62% O comportamento das moedas está diretamente ligado às negociações entre o Canadá e o México sobre o Acordo de Livre Comércio da América do Norte com as expectativas de um acordo ainda este mês.